quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Ai, que dor de cabeça!

Ela também atormenta os mais jovens, comprometendo a atenção, a memória e, inclusive, o desempenho escolar.

É comum encontrar por aí pais que entendem essa queixa como uma desculpa dos filhos para se livrar das aulas. Mas a verdade é que a reclamação, na maioria das vezes, tem fundamento. Uma análise da Sociedade Brasileira de Cefaleia, a SBCe, concluiu que mais de 5 milhões de crianças e adolescentes do país sofrem com dores de cabeça e, pior, 409 mil experimentam, no mínimo, uma sensação de estourar os miolos a cada dois dias. "Esse problema com as crianças não é de hoje, mas sempre foi menosprezado", lamenta o neurologista Marco Antonio Arruda, da SBCe.

Com uma incidência tão alta assim, não é de espantar que várias instituições tenham passado a investir em pesquisas sobre o tema. A Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) acompanhou 60 crianças entre 8 e 12 anos de idade durante 24 meses. Elas foram divididas em dois grupos. Um deles reunia quem nunca havia reclamado da chateação. No outro, ficaram os meninos e as meninas que padeciam de enxaqueca, um tipo de cefaleia que vem acompanhado de náuseas e sensibilidade à luz e ao barulho. "Analisamos a performance de todos na sala de aula", conta a neuropediatra e autora do trabalho, Thaís Rodrigues Villa. No segundo grupo, era preciso esperar pelo menos três dias após a última crise para que a pesquisadora pudesse observar a real repercussão do incômodo. "Descobrimos que esses pequenos, até mesmo naqueles dias sem dor nenhuma, apresentavam dificuldades de atenção visual, retenção de memória e velocidade no processamento das informações", completa Thaís.

Estudiosos da Itália, ao saberem dos resultados do trabalho da Unifesp, resolveram replicá-lo e encontraram evidências semelhantes. "O resultado mostra que não se trata de uma característica apenas das crianças brasileiras. As cefaleias prejudicam o desempenho escolar de jovens do mundo todo", revela Thaís. Os italianos chegaram à conclusão de que a garotada que vive com esse peso na cabeça rende 10% menos diante do quadro-negro. Uma possível explicação é que a enxaqueca prejudicaria o padrão de sono e o comportamento infantil. Em tese, ela poderia até favorecer o surgimento do transtorno de déficit de atenção e hiperatividade. E, aí, as lições e provas ficam perdidas em meio a esse fogo cruzado.

Se todas essas informações ainda não o convenceram de que dor de cabeça infantil é um problema sério, talvez a estimativa da SBCe mude sua opinião: somadas todas as faltas, são mais de 2,4 milhões de dias letivos perdidos todo ano por causa desse tormento. E, se não bastasse, a intensidade e a frequência do distúrbio aumentam com a idade. Esse fenômeno é pior no grupo das meninas, principalmente entre as adolescentes. "Isso por causa das alterações hormonais que ocorrem nelas", justifica o neurocirurgião Eduardo Barreto, da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia Funcional.

O pai e a mãe geralmente demonstram uma preocupação maior quando o pequeno apresenta crises tão fortes que precisa ser levado ao hospital. Mas não devemos esquecer que qualquer lamento, por mínimo que seja, já é um sinal de encrenca. Em um segundo momento, o estudo da Unifesp mostrou que a maioria dos pais se surpreendeu ao ver que o motivo do queixume não era brincadeira. "Achavam que só adultos podiam sofrer de enxaqueca", explica Thaís. Passado o choque inicial, eles aceitavam o tratamento sem empecilhos, realizado com medicações preventivas para corrigir as alterações químicas do cérebro responsáveis pelos sintomas dolorosos.

E a pesquisa ainda foi além. Os cientistas perceberam que, após sanar as crises que acometiam a meninada, o desempenho escolar se igualava ao dos colegas sem as dores, reforçando a importância de diagnóstico e terapia corretos. Manter um diário de episódios ajuda a identificar o tipo de cefaleia e, assim, auxilia o profissional a decidir a abordagem mais apropriada.

Para um alívio imediato durante os picos de dor na infância, é recomendado que a criança se deite em um ambiente silencioso, escuro e bem ventilado.

Caso a cefaleia persista, indicam-se remédios como o ibuprofeno e o paracetamol, sempre com

Mais do que uma sensação dolorosa Uma dor intensa que surge de uma hora para outra muitas vezes pode indicar algo mais grave. Quando acompanhada de outros sintomas, como febre, os pais devem entrar em contato com o pediatra e levar a criança para uma boa avaliação. "Pode ser um caso de meningite ou até de hemorragia cerebral", alerta Eduardo Barreto. O mesmo vale para dores frequentes que não vão embora, mesmo após o jovem ter sido medicado. O neurologista é capaz de auxiliar, mas lembre-se de dividir todas as informações com o pediatra. Nessas horas, ambos são fundamentais.

O que evitar


Frutas cítricas
Chocolates
Leites e derivados
Ovos

O que dá alívio

Abóbora
Cerejas
Peras
Brócolis

Incidência do problema
75,5% reclamam de dores pelo menos 4 vezes por mês
17,9% nunca se queixaram de dor de cabeça
4,1% Sofrem com o problema entre 5 e 9 dias por mês
1,5% Têm dores uma vez a cada dois dias
1% Convive com o distúrbio quase que diariamente

 
 

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Sensação de inchaço depois das refeições? Confira as dicas!

Salivação: a digestão começa na boca e antes que o alimentos cheguem até a boca. O corpo começa a produzir amilase, uma enzima digestiva, quando vemos, sentimos cheiro ou mesmo pensamos em comida. A função da amilase é a de iniciar a digestão dos carboidratos. Portanto, é importante estimular a salivação.

Nível de ácidos estomacais: enzimas específicas fazem a digestão das proteínas ingeridas nas refeições. Se o processo não é bem feito, podem acontecer irritações no intestino e as primeiras consequências são arrotos no meio da refeição e sensação de "estar cheio" após comer pequenas quantidades.

Prisão de ventre: o problema impede a produção das boas bactérias e estimula o aparecimento das más. Inchaço e dores podem vir acompanhados de dores de cabeça, inflamações na língua, entre outras consequências.

Intolerâncias alimentares: o corpo pode ser intolerante a alguns alimentos ou grupos alimentares cujos sintomas são sutis e podem aparecer até 3 dias após o consumo do
item. Isso colabora para que o problema não seja percebido pela maioria das pessoas. Alguns casos podem tem origem na falta de enzimas digestivas, estresse ou até mesmo no consumo excessivo do mesmo alimento.

Boas bactérias: no intestino há bactérias que auxiliam no processo digestivo. No entanto, dietas pobres em nutrientes, estresse ou o uso de remédios podem colaborar para proliferação de outros tipos, incluindo parasitas.

Enzimas que digerem carboidratos: a digestão é feita com enzimas diferentes das usadas para processar as proteínas. Idade, estresse e inflamação intestinal afetam a produção.


Fonte: www.saude.terra.com.br





 

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Dia do Atleta Profissional!

A figura do atleta surgiu já com as primeiras civilizações do Egito e Mesopotâmia. Existem fontes literárias e iconográficas descrevendo cenas atléticas que remontam a 3.000 a.C.

Os Jogos Olímpicos da Antiguidade iniciaram em 776 a.C. em Olímpia, na Grécia antiga, e duraram por mais de mil anos. Os competidores eram atletas profissionais que chegavam a Olímpia um mês antes do início oficial dos Jogos para se submeter a um treinamento moral, físico e espiritual, sob a supervisão dos juízes.

A premiação era somente uma coroa de ramos de oliveira. Mas era comum os campeões terem regalias, como lugares nas primeiras filas dos teatros ou sua alimentação paga por toda vida. Além de tudo, eram considerados heróis. Muitos inclusive foram soldados que inspiraram a mitologia grega.

Em 1896, por iniciativa do Barão Pierre de Coubertin, a Olimpíada voltou a ser realizada. O primeiro país a sediar os Jogos Olímpicos da Era Moderna foi a Grécia, numa justa homenagem aos grandes criadores do espírito olímpico. Novamente, os atletas foram as grandes estrelas do evento.

Desde então, seja em olimpíadas, maratonas, torneios, copas e todo o tipo de competições, os atletas são a grande atração. Se tornam ídolos, modelos, exemplos a serem seguidos. Pelos seus ideais de superação, garra e talento, inspiram pessoas em toda parte a ter uma vida saudável e praticar exercícios. Ganham, perdem, empatam, não importa. O importante mesmo é competir.

A Nutricenter parabeniza todos os atletas profissionais que inspiram a todos nós com provas de persistência e de que o ser humano não possui limites.


Começo de Ano, Volta as Rotinas, Desestresse e Mantenha a Forma com o Boxe!


"O boxe é o esporte para aquele dia que você chega em casa e tem vontade de chutar o cachorro. Em vez disso, vai para a academia". É assim que Miguel de Oliveira, professor da Cia Athletica e campeão mundial de médios-ligeiros, define o esporte. Uma prática que alia defesa pessoal ao condicionamento físico, coordenação motora e o fortalecimento da musculatura. Além disso, a atividade manda o estresse para longe.

Uma aula de uma hora gasta de 600 até 1.000 calorias, dependendo da intensidade do exercício. "Ninguém pratica para competir", diz Miguel. "O boxe nas academias é voltado para o ato recreativo, educativo e terapêutico", explica. É o esporte para quem precisa extravasar e pode fazer isso de uma forma direcionada. Como toda atividade física, o boxe libera endorfina, substância produzida pelo cérebro que gera uma sensação de bem-estar.
Queime gorduras e mande o estresse para longe com boxe
Se você torce o nariz porque acha que esse é um esporte para homens, deixe o preconceito de lado! Nas academias, muitas aulas já têm mais mulheres do que rapazes.

Vale lembrar: treinar boxe não significa, necessariamente, que você vai "sair na porrada" com outros alunos. É você que decide se vai "fazer luvas" ou não. Isto é, entrar no ringue para lutar de verdade. O treino tem várias outras etapas. O aquecimento começa com o aluno pulando corda. Depois vêm os treinos de sombra e esquiva, em frente ao espelho, ou com um colega. Em seguida, os alunos partem para o treino nos sacos de areia, ou na pushing ball (aquela bola em forma de gota presa no teto).
Queime gorduras e mande o estresse para longe com boxe
O boxe modela, em especial, os músculos dos braços, ombros, peitoral, e abdômen. Mas também exige, e muito, dos membros inferiores. A movimentação das pernas e a postura são a base do exercício. Os joelhos devem ficar sempre levemente flexionados, inclinados para a direita ou esquerda, sempre na mesma posição do tronco. Se você for deferir um golpe com a mão direita, por exemplo, vai girar o corpo para seu lado esquerdo. Mantenha as mãos sempre na altura do queixo para que o golpe seja certeiro. A força do soco vem do quadril, então você também acaba definindo a musculatura do abdômen. Além de melhorar a postura, reforçando a lombar.

Com uma frequência regular, de duas as três vezes por semana, dá para ver os resultados em menos de quatro meses de treinamento. Mas, claro, isso depende do desempenho do aluno.
No geral, não há contra-indicações. O boxe pode ser praticado por crianças a partir dos 10 anos até idosos.

Claro, sempre seguindo orientações médicas, especialmente para quem tem qualquer tipo de lesão, problema cardíaco, ou sofre de pressão alta.

Fonte:Minhavidauol

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Bumbum durinho: chegue lá com esta série campeã !

Com a chegada do verão, a maior parte das mulheres deseja colocar um biquíni sem preocupações com a aparência e de preferência, mostrando um corpo legal, saudável e bonito. Mas, para isso, é preciso muito trabalho, principalmente se a genética não ajuda muito. Se você não cuidar bem do seu corpo, a tendência é acumular gordura e flacidez. A dieta e os exercícios são essenciais. Manter-se ativa ajuda muito, mas para levantar o que já está caindo, é preciso muita determinação.
 
Fatores que podem ser os inimigos do seu bumbum
 
- Idade: a partir dos 30 anos, começam a diminuir a quantidade de colágeno e de massa muscular. Se você não faz dieta e exercícios, poderá acumular muita gordura em todo o corpo, principalmente no bumbum
 
- Maus hábitos: manter uma alimentação incorreta ou não fazer uma dieta balanceada, sedentarismo, falta de atividade física, fumar, beber e usar roupas inadequadas, como calcinhas muito apertadas que marcam a pele, podem destruir um bumbum bonito.
 
nsista na dieta, nos exercícios e experimente também massagens como drenagem linfática que podem auxiliar na retenção de líquido e na circulação. O ideal é treinar seis vezes por semana, fazendo treinos aeróbios de cinco a seis vezes por semana, de 30 a 60 minutos, exercícios localizados três vezes por semana em dias alternados e alongamentos.
 
Nos dias de treino localizado faça treinos aeróbios moderados de 30 minutos depois dos exercícios localizados. Nos outros dias, faça treinos mais puxados como aulas de spinning, jump, step ou treinos intervalados (alternando a intensidade) na esteira, transport ou bike de 40 a 60 minutos.
 
 
Agachamento fechado: Em pé, flexione as pernas, levando o bumbum para trás, mantendo o tronco reto e estenda (mas não totalmente) as pernas para cima novamente. Faça 3 séries de 20 repetições.
 
 
 
 
Elevação de quadril :Deitada de barriga para cima, mantenha pernas flexionadas. Eleve o quadril e desça novamente sem encostar no chão. Faça 2 séries de 30 repetições.
 
  
 
 
Agachamento afundo Em pé, mantenha as pernas afastadas. Coloque a perna direita na frente. Flexione as duas pernas e estenda-as novamente. Segure um pesinho de 3 kg em cada mão. Se não conseguir manter o equilíbrio no início, deixe os pesinhos de lado e segure em algum lugar. Faça 1 série de 20 repetições e depois vá para o glúteo solo (a seguir). Depois volte para o agachamento afundo, fazendo 3 séries de cada exercício. A perna que permanece na frente durante o afundo é a mesma que deve ser elevada no glúteo solo.
 
 
 
Glúteo solo Deite-se no colchonete, apoiando-se nos braços e nos joelhos. Eleve a perna que estava na frente no exercício anterior para cima e desça novamente. Faça 3 séries de 20 repetições alternadas com 3 séries de 20 repetições do agachamento afundo e depois mude o lado ou a perna, fazendo também 3 séries de 20 repetições de cada exercício para o outro lado.
 
 
 
 
Unilateral banco Coloque as caneleiras de acordo com a sua condição física: de 2 kg para iniciantes a 6 kg para avançados. Deixe uma das pernas em cima, apoiada no banco, e desça a outra até encostar no chão. Suba novamente. Faça 3 séries de 15 repetições e mude o lado.
 
  
 
Posterior solo Ainda apoiada, estenda uma das pernas para trás. Eleve-a e baixe-a, fazendo 10 repetições. Depois flexione e estenda a mesma perna para trás, fazendo mais 10 repetições, somando 20 repetições. Troque o lado. Faça 2 séries de 20 repetições de cada lado.
 
 
 
Lateral deitada Deite-se de lado. Eleve a perna de cima e desça-a novamente. Faça 10 repetições. Depois flexione a mesma perna à frente do corpo e estenda na diagonal, fazendo mais 10 repetições. Faça 3 séries de 20 repetições de cada lado.

Fonte:Minhavidauol

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Use suplementos vitamínicos a favor da saúde.

Aliadas da boa saúde e do bom funcionamento do sistema imunológico, as vitaminas não podem faltar na dieta. Segundo o IBGE, porém, a maioria dos brasileiros não se preocupa muito com elas. Uma pesquisa feita pela instituição apontou que 98% da população brasileira não ingere a quantidade ideal de vitaminas por dia e 92%, não come frutas com frequência. Outro dado alarmante, divulgado pela Organização Mundial da Saúde, é de que mais de 190 milhões de pessoas sofrem com carência de vitamina A, o que pode causar cegueira, baixa imunidade e falta de proteção contra radicais livres - responsáveis pelo envelhecimento das células.

"A maior parte da população não tem uma alimentação saudável. Mesmo aqueles que se preocupam com a dieta podem não conseguir ingerir quantidades adequadas de vitaminas", explica o nutrólogo Wilson Rondó. Por isso, o uso de suplementos vitamínicos é uma boa maneira de aumentar o consumo diário de vitaminas, desde que tenham acompanhamento médico. Saiba como eles podem ser usados para fortalecer o seu sistema imunológico:
Benefícios ao organismo

Os suplementos vitamínicos, se consumidos com a indicação de um médico, podem aumentar a imunidade, prevenir a manifestação de doenças e combater o envelhecimento. De acordo com o nutrólogo Roberto Navarro, o organismo de algumas pessoas tem dificuldade em absorver nutrientes essenciais para manter o sistema imunológico funcionando bem. "Quando há carência alimentar ou má absorção de algum nutriente importante para a eficiência imunológica, como zinco, vitamina C, vitamina A, ferro, entre outras, a suplementação pode trazer benefícios", explica.

Entre as doenças que dificultam a absorção de vitaminas estão Doença de Crohn, retocolite ulcerativa, divirticulite, doença celíaca e outros distúrbios intestinais. "Pessoas diagnosticadas com essas doenças precisam, sim, de suplementação vitamínica, não só para continuar com a imunidade alta, mas para manter um bom funcionamento do organismo", alerta o nutrólogo. A suplementação de ferro para pessoas com anemia e de vitamina A para crianças que sofrem de subnutrição também são apontadas como essenciais pelo médico.
Dietas restritivas
Adotar uma dieta que exclua certos grupos alimentares pode causar alterações nos níveis de vitaminas no organismo. "Dietas de moda, que geralmente são feitas sem orientação profissional, podem ser desbalanceadas e necessitar de suplementação vitamínica. Dietas vegetarianas sem orientação médica também podem precisar de suplementação, principalmente, de vitamina B12, ferro e zinco, que são nutrientes encontrados mais facilmente em produtos de origem animal", explica Roberto Navarro.
Gestante
Durante a gestação

Nessa época, a suplementação vitamínica é fundamental. Antes mesmo de o bebê nascer, ele já precisa ser vitaminado para ter um pleno desenvolvimento. Por isso, uma alimentação balanceada, rica em macronutrientes e micronutrientes, tem importância dobrada durante a gestação.

Durante os noves meses, mãe e bebê precisam de uma dose extra de vitaminas, já que uma dieta balanceada pode não dar conta do recado sempre. Suplementos de vitaminas C, A, D e vitaminas do complexo B, ferro e cálcio, garantem o crescimento saudável do bebê, além de ajudar a protegê-lo da má formação de sistemas importantes, como o respiratório, o nervoso e o cardíaco.
Entre todas essas vitaminas, a D ganha um papel de destaque, como explica o nutrólogo Wilson Rondó. "Incluir na dieta alimentos como sardinha, vegetais verde escuro, salmão, truta e leite, que são ricos em vitamina D, é um bom primeiro passo para uma gestação segura. Mas, nessa época, o mais indicado mesmo é incluir suplementos vitamínicos no prato", conta.

É importante lembrar também que, mesmo que a vitamina D venha de suplementos, ela precisa de luz do sol para ser absorvida pelo organismo. Por isso, tome sol diariamente, no mínimo por 30 minutos, evitando o horário das dez da manhã às duas da tarde.
Na medida certa

Mesmo que sejam de vitaminas, os suplementos ingeridos em grande quantidade podem trazer muitos problemas ao corpo, fazendo com que toda a suplementação não tenha efeito ou, em alguns casos mais graves, provoque um efeito contrário. Esse problema é denominado hipervitaminose. "Por mais paradoxal que possa parecer, o excesso de vitaminas no organismo pode causar desiquilíbrios metabólicos e levar aos mesmos prejuízos da falta de vitaminas", alerta Roberto Navarro. O nutrólogo apontou efeitos do excesso de algumas vitaminas bastante consumidas.
Vitamina A: pode levar ao ressecamento da pele, deixando-a propensa a fissuras labiais, além de dores ósseas e nas articulações, cefaleia, tonturas, náuseas, queda dos cabelos, lesões no fígado e parada do crescimento.

Vitamina B12: Pode levar a uma vasodilatação periférica, queda na frequência respiratória, convulsões, podendo levar à óbito por paralisia do centro respiratório.

Vitamina D: Tem papel importante na fortificação dos ossos, pode causar a calcificação de vasos sanguíneos e levar a arteriosclerose, se combinada ao excesso de cálcio no sangue.

Vitamina E: Pode alterar a coagulação sanguínea, aumentando a chance de tromboses e o entupimento dos vasos sanguíneos por coágulos.

Fonte:Minhavidauol

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Você tem nove motivos para comer carboidratos.

Vítimas frequentes de mal entendidos, os carboidratos são essenciais para o bom funcionamento do organismo e, principalmente, para quem está precisando emagrecer. "Além de serem fontes de energia, esses nutrientes podem oferecer boas doses de fibras, que afastam a fome de maneira saudável e agem no controle do apetite", afirma a nutricionista Paula Fernandes Castilho, da Sabor Integral Consultoria em Nutrição. 

No entanto, para conseguir todos esses benefícios, você não pode apelar para qualquer carboidrato. O grupo de carboidratos complexos é o ideal: cereais integrais (aveia, quinua, arroz, milho, cevada, trigo), alimentos feitos com trigo integral (macarrão integral, pães, torradas, bolos, tortas) e tubérculos (batata doce, cará, inhame, mandioca, mandioquinha) estão entre as opções disponíveis. 

Se você anda precisando de motivos para incluir essa turma na dieta, veja a seguir as dicas das especialistas.
Fornecem energia 

É deste macronutriente que o organismo tira a glicose, fonte essencial de energia para que nosso corpo funcione direito. "Quando os níveis de glicose sanguínea estão abaixo dos níveis normais pode ocorrer sonolência, cansaço, falta de concentração, tonturas e, em estado mais avançado, pode-se chegar a hipoglicemia e até ao desmaio", explica a nutricionista funcional Roseli Rossi, da Clínica Equilíbrio Nutricional, em São Paulo. 
Preservam seus músculos 

O que acontece quando nosso corpo não dispõe de glicose para queimar? "Sem o carboidrato, o corpo acaba usando a proteína como fonte de energia e há perda de massa magra", alerta Paula Castilho. Assim, existe diminuição de peso por causa da perda de massa magra e água, e não por causa da queima de gordura. Por isso, quem está buscando a perda de peso não pode simplesmente abandonar os carboidratos.
Melhoram o humor 

Para manter o bom humor, nada de cortar carboidratos. "Os carboidratos ajudam na produção da serotonina, que é uma substância diretamente ligada ao bom humor, tranquilidade e bem estar", diz Roseli. Esse neurotransmissor está relacionado à regulação do humor e do sono e, por isso, sua carência pode ajudar a entender um caso de depressão ou irritação permanente. 

 

Afiam a memória 

A principal fonte de energia do cérebro é a glicose, obtida a partir de carboidratos. "O cérebro necessita de 120 gramas de glicose diárias para garantir que todas as funções sejam realizadas", afirma Sandra da Silva Maria, nutricionista do Hospital CECMI, em São Paulo. Faltando energia, você corre o risco de ter afetados o raciocínio, a memória, a concentração e outras funções do sistema nervoso. 

 

Previnem o ganho de gordura 

Na falta de glicose, o metabolismo consome proteínas para manter o corpo funcionando. "Como as proteínas não vão mais desempenhar 100% do seu papel, que é construção e manutenção da massa muscular, há perda de massa magra e armazenamento de gordura", afirma Paula Castilho. Os carboidratos também ajudam na manutenção da glicemia, o que mantém a fome sob controle. Isso previne uma ingestão maior que a necessária de calorias e ganho de gordura corporal. 

 

  Reduzem o mau colesterol (LDL) 

Os carboidratos também podem dar aquela ajudinha na diminuição do mau colesterol. Frutas, vegetais, nos farelos de aveia e nas leguminosas são fontes de fibras solúveis. "As fibras fazem o papel de carregador do colesterol, ou seja, ligam-se à gordura e não deixam que seja totalmente absorvida, favorecendo a sua excreção. Com isso, há diminuição do colesterol", diz Sandra. 

 

Diminuem a barriga saliente 

Os chamados "bons carboidratos" (encontrados em alimentos integrais) possuem 
fibras e contribuem para a secreção gradativa de insulina ? isso acontece graças às fibras, que são digeridas mais lentamente. Assim, não há picos glicêmicos. "Esses fatores são importantes para evitar o acúmulo de gordura abdominal, pois as fibras formam uma espécie de goma quando entram em contato com a água. Assim, a digestão fica mais lenta, fazendo com que o açúcar proveniente dos alimentos seja assimilado aos poucos", diz ela. 

Mas atenção: o benefício só é obtido com o consumo de carboidratos complexos, já que os simples não têm fibras. "O carboidrato simples aumenta a resistência do organismo à insulina, o que leva ao aumento da gordura na região abdominal, aumentando o risco de diabetes, doenças do coração e hipertensão", alerta a nutricionista.  

Fonte:Minhavida.uol